Considerando as características únicas da região litorânea do sul do Rio Grande do Sul, a escassez de investigações ambientais para a presença, virulência e resistência dos fungos patogênicos na região, juntamente com a urgente necessidade de novos antifúngicos e o potencial do ambiente marinho de contribuição para essa problemática, torna-se essencial avaliar a presença, virulência e resistência fúngica de fungos patogênicos na região costeira do sul do Brasil e avaliar em estudos pré-clínicos a ação de compostos químicos oriundos do ambiente marinho quanto a sua toxicidade e ação antifúngica.
























